RECORRER MULTA DO BAFÔMETRO E RECUSA AO BAFÔMETRO.

Escritório de Direito de Trânsito Especializado em Processos de Suspensão da CNH Por Multa da Lei Seca.

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Os recursos de bafômetro, possibilitam anular essa multa, e durante o processo de recurso, sua CNH não será suspensa, o que lhe dá a chance de manter sua habilitação. Existem diversos erros que podem anular a multa, como o etilômetro com data de aferição vencida, falta de preenchimento de campos obrigatórios no auto de infração, ausência de notificação ou notificação fora do prazo estipulado. 

Recusar o teste do bafômetro é um direito seu, e é crucial garantir que esse direito seja respeitado. Compreendemos plenamente a gravidade dessas acusações e estamos comprometidos em lutar pelos seus direitos de forma agressiva e eficaz. Nossa abordagem personalizada e focada no cliente garante que cada aspecto do seu caso seja examinado minuciosamente, buscando as melhores estratégias de defesa disponíveis. Não deixe que uma acusação de recusa ao bafômetro comprometa seu futuro. Entre em contato conosco hoje mesmo e vamos começar a construir sua defesa.

Embora a situação possa parecer desanimadora agora, é importante lembrar que existem caminhos legais e estratégias de defesa que podem ser explorados. Com nossa experiência e conhecimento especializado em casos de embriaguez ao volante, estamos preparados para analisar minuciosamente os detalhes do seu caso, identificar falhas na acusação e te ajudar a construir uma defesa sólida.

Ultrapassou o limite de pontos na CNH ou cometeu infrações que resultaram na suspensão automática da sua habilitação?

Sua CNH pode ser suspensa por um período de 1 mês a 2 anos.

Se você se encontra cercado pela escuridão do excesso de pontos em sua CNH, permita-nos ser a luz que o guia para fora desse túnel. Compreendo que receber notificações de infrações e acumular pontos pode parecer uma batalha difícil de vencer, mas estamos aqui para lhe oferecer uma ajuda personalizada para que você não tenha o seu direito de dirigir suspenso.

Compreendemos as preocupações e incertezas que você enfrenta, mas queremos tranquilizá-lo de que há opções e estratégias que podemos explorar juntos. Nossa equipe está pronta para examinar minuciosamente seu caso, identificar qualquer injustiça e lutar incansavelmente em sua defesa.

Quando ocorrem infrações graves específicas ou se o condutor persiste em dirigir durante o período de suspensão, a CNH pode ser cassada.

Após 2 anos de cassação, é necessário iniciar um novo processo de habilitação

Você sabia que dirigir em meio a uma suspensão gera o CANCELAMENTO total de sua CNH?

Não hesite na hora de contatar uma advogada que entenda do assunto e que realmente possa lhe oferecer as melhores soluções.

Dra. Erika Garcia Carrijo OAB 499.110/ SP

CNPJ: 41.249.689/0001-70

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Multa do bafômetro

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Recusa ao bafômetro

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Suspensão Da CNH

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Multa Autossuspensiva

Uma multa pode custar mais do que dinheiro: pode custar sua liberdade de dirigir.

Excesso de Pontos

Excesso de pontos na CNH? O risco de perder o direito de dirigir é real.

Cassação da CNH

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Além de ter que cumprir o período da suspensão e fazer a reciclagem que são 30 horas de aulas teórica e prova no Detran, você também será penalizado por mais 2 anos sem poder dirigir, após esse período terá que refazer todo o processo novamente de CNH, voltando para provisória. Por isso não deixe para depois!
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Bem-vindo ao Escritório Recurso de Multas, o seu parceiro de confiança na defesa dos seus direitos de motorista. Com anos de experiência e atuação a nível nacional, oferecemos um serviço totalmente online para tornar o processo de recurso de multas, suspensão do direito de dirigir e resolução de problemas com a CNH mais acessível e eficiente para você.

No Recurso de Multas, entendemos a angústia e as dificuldades que os motoristas enfrentam ao lidar com multas injustas e a ameaça de perder a CNH. Sabemos que sua capacidade de dirigir é essencial para a sua vida pessoal e profissional, e é por isso que nos dedicamos a oferecer soluções rápidas, eficazes e personalizadas.

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F.A.Q

perguntas frequentes

É amplamente reconhecido que as leis de trânsito são rigorosas quando se trata da proibição de dirigir sob a influência de álcool, com uma política de tolerância zero para aqueles que decidem combinar álcool e direção.

No entanto, o que pode não ser tão conhecido é que existe a possibilidade de contestar uma infração relacionada ao bafômetro, independentemente de ter sido autuado por se recusar a fazer o teste ou por dirigir sob a influência de álcool.

Isso ocorre porque muitas pessoas acreditam erroneamente que, ao serem paradas pela Lei Seca, não têm alternativa senão aceitar as penalidades impostas.

No entanto, isso não é inteiramente verdade, caro condutor!

É importante entender que há a possibilidade de defesa não apenas para casos em que o teste de bafômetro deu positivo, mas também para qualquer outra infração em que o motorista possa ser enquadrado.

E essa possibilidade de defesa é o que chamados de princípio do contraditório e ampla defesa, previsto em nossa Constituição Federal como uma garantia ao respaldo dos direitos de qualquer condutor.

Com esse objetivo em mente, elaboramos este artigo para fornecer informações valiosas sobre o teste do bafômetro.

A Lei Seca é bem conhecida por sua missão crucial: impedir que motoristas operem veículos sob a influência de álcool ou substâncias que afetem sua capacidade de dirigir com segurança.

Essa política visa principalmente a redução das taxas de fatalidades no trânsito, incluindo acidentes e mortes em todo o Brasil, muitos dos quais resultam de condutores embriagados.

Para alcançar esse objetivo, foi necessário criar meios eficazes de confirmar situações de flagrante, como o uso do bafômetro.

Mas, afinal, o que é o bafômetro?

Introduzido em 2006 em conjunto com a Lei Seca, o etilômetro é um dispositivo projetado para detectar a presença de álcool nos pulmões de motoristas parados em blitz de trânsito.

O uso do aparelho, comumente chamado de bafômetro pelo público em geral, é especialmente intensificado durante feriados e épocas festivas, como o Carnaval, Natal e Ano Novo, quando a probabilidade de motoristas alcoolizados está em alta.

A medição é realizada por meio de reações químicas; não é necessário coletar sangue do motorista, pois a quantidade de álcool é detectada pelo hálito.

Quando o condutor concorda em fazer o teste, ele simplesmente sopra em um tubo descartável conectado a um aparelho que identifica o álcool em seu organismo.

Quando discutimos a Lei Seca e assuntos relacionados ao bafômetro, frequentemente surgem dúvidas e confusões sobre as infrações associadas.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) aborda duas seções importantes relacionadas ao consumo de álcool e direção.

O principal deles é o artigo 165, que lida diretamente com a infração de dirigir sob a influência de álcool. Em geral, quando um condutor é parado em uma blitz, ele é submetido ao teste do bafômetro e, se o resultado for positivo, ele é autuado conforme o artigo 165.

Outro artigo relevante é o 165-A, que estabelece como infração autônoma a recusa a realizar o teste do etilômetro. Isso significa que, se o motorista se recusar a fazer o teste, ele também será autuado por infração administrativa.

Importante notar que as penalidades para ambos os artigos são idênticas, demonstrando a seriedade com que a lei aborda a questão da combinação de direção e álcool.

Aqui está a íntegra dos dois artigos:

Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência:

Infração: Gravíssima;

Penalidade: Multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;

Medida administrativa: Recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270 da Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro).

Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.

Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:

Infração: Gravíssima;

Penalidade: Multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;

Medida administrativa: Recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270.

Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.

Ambas as infrações são consideradas gravíssimas e mandatórias. Além de receber uma multa significativa, que é aproximadamente de 3 mil reais, o motorista terá seu direito de dirigir suspenso por 12 meses, a menos que apresente recurso.

Adicionalmente, após cumprir a suspensão, o condutor deve participar obrigatoriamente de um curso de reciclagem e passar em um exame teórico, conforme previsto no artigo 256, inciso VII do CTB.

É evidente que a legislação de trânsito busca desencorajar essa prática perigosa, tratando a recusa ao teste com a mesma gravidade que a infração de dirigir sob a influência de álcool. Isso ocorre porque alguns motoristas infratores optam pela recusa na esperança de evitar penalidades caso sua embriaguez seja comprovada.

Uma questão que costuma gerar muitas dúvidas é o limite de tolerância para o teste do bafômetro.

Muitos motoristas confundem a margem de erro com uma possível tolerância, mas é fundamental ter cuidado com essa interpretação.

A Lei Seca é extremamente rigorosa e não estabelece qualquer quantidade aceitável de álcool no organismo do motorista.

Na verdade, ela prevê tolerância zero, ou seja, não é permitida nenhuma quantidade de álcool para não ser enquadrado na infração.

O artigo 276 do CTB deixa isso bem claro, afirmando que qualquer concentração de álcool no sangue ou no ar alveolar sujeita o condutor às penalidades estabelecidas no artigo 165 do CTB.

O parágrafo único faz referência a uma possível margem de tolerância em relação ao equipamento utilizado para medir a concentração de álcool.

Observe:

Art. 276. Qualquer concentração de álcool por litro de sangue ou por litro de ar alveolar sujeita o condutor às penalidades previstas no art. 165

Parágrafo único. O Contran disciplinará as margens de tolerância quando a infração for apurada por meio de aparelho de medição, observada a legislação metrológica.

Segundo a resolução nº 432/2013 do CONTRAN, essa margem de erro é de 0,04 mg/L, aplicando-se apenas à aferição do aparelho de bafômetro e não como uma quantidade aceitável no organismo.

Portanto, é crucial entender que essa margem de erro não representa uma flexibilização da lei. O Brasil tem uma das legislações mais rigorosas em relação à embriaguez ao volante.

A margem de erro do equipamento é uma forma de evitar punições injustas.

Logo, se um motorista se submeter ao teste sem ter consumido álcool e o resultado indicar uma concentração igual ou inferior a 0,04 mg/L, ele não será autuado e será liberado.

Em conclusão, a abordagem da Lei Seca e das infrações relacionadas ao bafômetro é essencialmente rigorosa. No entanto, é importante destacar que, assim como em qualquer outra infração de trânsito, os condutores têm o direito de exercer sua defesa.

O processo de recurso segue as etapas padrão, incluindo defesa prévia, recurso à Jari e, em último caso, recurso ao Cetran.

É fundamental que qualquer contestação seja bem fundamentada e esteja em conformidade com a legislação, pois o objetivo deve ser não apenas protelar as penalidades, mas também, em muitos casos, anular infrações que possam ter sido aplicadas de forma injusta.

Há vários argumentos que podem ser apresentados, como a falta de notificação adequada, problemas na verificação anual do aparelho do etilômetro, ausência de requisitos obrigatórios no auto de infração, entre outros.

No entanto, a melhor maneira de evitar as consequências das infrações relacionadas ao bafômetro é conscientizar-se de que álcool e direção não devem se misturar.

A Lei Seca foi criada com o objetivo de salvar vidas, e todos os condutores têm a responsabilidade de garantir a segurança nas estradas, protegendo a si mesmos e a outros usuários. É importante conhecer a legislação de trânsito e adotar práticas seguras ao volante, promovendo um trânsito mais responsável e, acima de tudo, preservando vidas.

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